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Pesquisa da UFMG sobre mau hálito está recrutando voluntários

Embora o conhecido 'bafo de onça' não seja uma doença, pode sinalizar vários problemas de saúde


Créditos da imagem: Foca Lisboa/UFMG
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Redação Sou BH
24/03 às 17:00
Atualizado em 24/03 às 17:00

A halitose, ou mau hálito, também conhecido como aquele inconveniente ‘bafo de onça’, não é uma doença, mas pode sinalizar vários problemas de saúde, desde inflamação das gengivas e cáries até tumores da boca, problemas respiratórios crônicos e do trato gastrointestinal. Por isso, o estudante de mestrado da Faculdade de Odontologia Sandro Felipe Santos está recrutando voluntários para sua pesquisa, que pretende estimar a prevalência e as variáveis de risco associadas à halitose autopercebida.  

Segundo a Associação Brasileira de Halitose, cerca de 30% da população do país sofre desse problema que, de acordo com o pesquisador, também pode estar relacionado a fatores de risco, como tabagismo, ingestão de bebidas alcoólicas, frequência de higienização bucal e visitas ao dentista, hábitos alimentares e uso de medicamentos. Além disso, a pessoa com halitose pode apresentar baixa autoestima, depressão e transtornos de humor.

Condições

Os voluntários devem ser maiores de 18 anos e ter vínculo com a UFMG (professores, servidores técnico-administrativos e alunos). Para participar, basta preencher um questionário online, com tempo estimado para as respostas de quatro minutos.

O pesquisador salienta que o sigilo das informações será preservado e que o voluntário pode interromper sua participação na pesquisa a qualquer momento. A pesquisa de Sandro de Faria é orientada pelo professor Luís Otávio de Miranda Cota.

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