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Kalil contraria decisão do STF e mantém proibição de cultos e missas em Belo Horizonte

Com a decisão, cultos e missas terão que ser celebrados virtualmente na capital mineira



Créditos da imagem: Amira Hissa/PBH
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Prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil disse que vai contrariar decisão de ministro do STF
Redação Sou BH
04/04 às 08:33
Atualizado em 04/04 às 08:33

O ministro Kássio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), liberou, em caráter liminar na noite deste sábado (3), as celebrações religiosas nos estados e nos munícipios brasileiros, desde que sejam respeitados os protocolos sanitários. Pelo Twitter, o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, afirmou que não irá cumprir a decisão.

"Em Belo Horizonte, acompanhamos o Plenário do Supremo Tribunal Federal. O que vale é o decreto do Prefeito. Estão proibidos os cultos e missas presenciais", publicou Kalil.

Para tomar essa medida, o prefeito de Belo Horizonte se baseou na decisão do plenário do STF de abril de 2020, quando foi decidido que a União, estados e municípios têm poder para determinar as regras de enfrentamento à Covid-19.

No despacho, o ministro determinou que Estados, municípios e o Distrito Federal não podem editar ou exigir o cumprimento de decretos que proíbam “completamente” celebrações religiosas presencias para evitar a disseminação da covid-19.

A decisão deverá ser analisada pelo plenário do STF. Ainda não há data para o julgamento.


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