FecharX

Quer viajar com seu pet nas férias? Saiba o que é preciso para levá-lo no avião

As regras são diferentes para viagens nacionais ou internacionais, e variam entre as companhias aéreas


Créditos da imagem: Monika Wisniewska/Shutterstock.com
Main 124134 viajar com animais por monika wisniewska
Redação Sou BH
04/01 às 18:25
Atualizado em 11/02 às 18:24

Especial publicitário - Este material é patrocinado*

Muita gente quer (ou precisa) levar o bichinho de estimação na viagem de férias. Mas quando o trajeto é de avião, a dinâmica é um pouco mais complexa. Confira as regras e procedimentos que você deve seguir para garantir a segurança de todos a bordo, inclusive a do seu pet.

O primordial nesses casos é o planejamento. Certifique-se de que a sua hospedagem aceita animais antes da reserva. Depois, verifique as normas com a companhia aérea escolhida. Algumas autorizam o transporte de animais domésticos no interior na aeronave, outras, no porão. Lembrando que esse serviço é considerado extra, ou seja, não está incluído no preço da passagem, exceto para cães-guia. Eles, por sua vez, devem ficar no chão da cabine, sem obstruir o corredor, ao lado do dono e sob seu controle, equipado com arreio (mas não precisa de focinheira).

Embarcando

Segundo a BH Airport, concessionária do Aeroporto Internacional de BH, dependendo do porte ou da raça, o pet deverá usar focinheira para ter acesso ao terminal. Para embarcar, é preciso observar as exigências das autoridades sanitárias do Brasil e do país de destino.

Esse controle é importante porque os animais podem transmitir doenças que afetam tanto outros bichos quanto seres humanos. E podem levar parasitas de uma região a outra, provocando alterações na realidade sanitária local ou causando prejuízos à agricultura.

Para viagens nacionais, cães e gatos precisam de atestado de saúde emitido por um médico veterinário inscrito no Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV). Para movimentação de quaisquer outros animais, é exigida a Guia de Trânsito Animal (GTA), expedida por um veterinário habilitado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) ou pelo órgão responsável pela defesa sanitária nos estados.

No caso de espécies silvestres, também é necessário comprovar que elas foram adquiridas legalmente, mediante apresentação da nota fiscal de compra emitida pelo criadouro ou comerciante devidamente autorizado pelo órgão ambiental competente. Na ausência desse documento, é necessária a licença de transporte do órgão ambiental competente.

Quem for viajar para o exterior tem que observar as normas do destino. Os países do Mercosul, por exemplo, exigem o Passaporte para Cães e Gatos. O documento, que contém todas as informações do animal, precisa estar devidamente atualizado e legalizado, bem como as vacinas e tratamentos contra parasitas. Para saber todos os detalhes para obtenção do passaporte, clique aqui.

*O conteúdo é de responsabilidade do anunciante

Comentários