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Bagagem grande demais no avião? Confira as regras para o transporte de itens especiais

Equipamentos esportivos, instrumentos musicais, monitores frágeis e medicamentos precisam de acondicionamento diferente


Créditos da imagem: Icosha/Shutterstock.com
Main transportes especiais por icosha
Redação Sou BH
22/03 às 18:38
Atualizado em 22/03 às 18:38

Viajar de avião sempre requer planejamento, principalmente da bagagem. Levar volumes pequenos é tranquilo, mas quem precisa transportar equipamentos grandes e frágeis tem que se inteirar das regras e limites com antecedência.

Esse serviço entra na categoria de Transportes Especiais do Guia do Passageiro, seguindo o que prevê o Ministério da Infraestrutura. Por causa das dimensões e/ou peso, essas bagagens não podem ser consideradas parte da franquia de mão. Entre os exemplos estão alguns modelos de televisão ou monitores, equipamentos esportivos, instrumentos musicais, malas diplomáticas, obras de arte e instrumentos científicos.

As condições para o transporte desses objetos devem ser verificadas com antecedência com a empresa aérea. Geralmente, é cobrado um valor adicional, que depende do país e da rota da viagem. Alguns itens podem ser levados dentro da cabine com você, mas pode haver a necessidade da compra de um assento adicional.

Se houver necessidade de despachar objetos grandes, porém frágeis, certifique-se de que estarão bem embalados e de preferência em suportes rígidos. Para volumes mais pesados, como equipamentos esportivos (caiaques, canoas, remos, entre outros), a companhia aérea vai indicar um serviço de transporte de cargas.

Atendimento especial

Pessoas com necessidades especiais que precisam viajar com cadeiras de rodas ou artigos ortopédicos de recomendação médica têm direito ao transporte gratuito desses objetos. Esse apoio é limitado a uma peça na cabine da aeronave, quando houver espaço adequado, ou no compartimento de bagagem.

Quando despachados, esses equipamentos têm que ser considerados bagagem prioritária e disponibilizados ao passageiro no momento do desembarque.

Medicamentos

Remédios de uso controlado podem ser transportados no avião, mas é preciso observar alguns pontos. Em voos internacionais, leve os medicamentos na bagagem de mão, junto com a prescrição médica e nas embalagens originais. A aposentada Maria Mendes, de 83 anos, se informou em tempo sobre o processo antes de embarcar para Buenos Aires. Ela pretendia colocar os comprimidos num porta-remédios, com as doses porcionadas, mas acabou levando nas embalagens originais. “Preferi não arriscar, mesmo ocupando mais espaço na mala”, disse.

As regras podem ser mais rígidas dependendo do país, alguns exigem até receitas médicas traduzidas ou proíbem a entrada de medicamentos que são legalizados por aqui. Busque as informações com a companhia antes do embarque.

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