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Apenas 33% dos brasileiros ligam felicidade a dinheiro

<p>Foram entrevistadas 800 pessoas de doze capitais do país</p>


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Redação Sou BH
12/08/14 às 10:37
Atualizado em 01/02 às 17:21

A intrigante pergunta 'o que é felicidade?' foi mais uma vez objeto de pesquisa. O Instituto Akatu entrevistou 800 pessoas de doze capitais do país e concluiu que mais de 60% dos entrevistados relacionaram o sentimento com a saúde e o convívio social com família ou amigos. Em seguida apontaram qualidade de vida. O quesito ?dinheiro? veio em quarto lugar entre os itens que mais fazem as pessoas felizes. Segundo a ?Pesquisa Akatu 2012: Rumo à Sociedade do Bem-Estar?, divulgada nesta quinta-feira (25) apenas cerca de três em cada dez brasileiros (33%) indicaram a tranquilidade financeira em suas respostas.

O levantamento também destacou oito temas (afetividade, alimentos, água, durabilidade, energia, mobilidade, resíduos e saúde) nos quais os entrevistados escolheram, aleatoriamente, entre caminhos considerados sustentáveis ou ?de sociedade de consumo?. ?Em cinco dos oito temas predominaram as escolhas sustentáveis?, indica o diretor presidente do Instituto Akatu, Hélio Mattar.

Ocorreu um empate entre as escolhas nas temáticas sobre energia e resíduos. Apenas no assunto saúde a maioria das pessoas optou pela opção consumista, que era a de possuir um bom plano de saúde. "Essa resposta na verdade é condizente com o que as pessoas consideraram ser felicidade. Ela revela mais uma preocupação com a saúde e com a precariedade do sistema público. Até mesmo porque a outra opção consistia em práticas preventivas como ter mais lazer e fazer exercícios físicos", explica Mattar.

Consumo consciente

Ainda foi possível concluir que o número de consumidores conscientes é maior quanto mais alta a classe social dos entrevistados. No entanto, destaca Mattar, a tendência à maior preferência pelo ?caminho da sustentabilidade? pode ser verificada em todas as classes econômicas. Para o diretor da Akatu, algumas práticas sustentáveis ainda têm o fator econômico como limitador. É o caso da compra de produtos orgânicos ou provenientes de materiais reciclados, que costumam ser mais caros do que os regulares.

Agência Estado

 

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