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Arte CURA! BH recebe escultura urbana inédita feita por um artista indígena

Obra Entidades, de Jaider Esbell, está presente no Viaduto Santa Tereza, pelo festival Cura, até dia 22 de outubro



Créditos da imagem: Área de Serviço
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Serpentes de Jaider Esbell no Cura 2020
Redação
27/09 às 15:51
Atualizado em 27/09 às 15:51

Além das pinturas das quatro empenas desta edição, o festival de arte Cura conta também com duas intervenções inéditas em outros pontos do Centro de BH. O primeiro deles é o Viaduto Santa Tereza. Pela 1ª vez em sua história, os arcos do viaduto foram transformados por uma grande instalação criada pelo artista contemporâneo de Roraima, Jaider Esbell.

A obra, duas serpentes infláveis com cerca de 40 metros, tem como simbologia a cura. No xamanismo indígena, ela é considerada um “animal de poder” e está presente como força de cura, regeneração e transformação, com capacidade de “comer as doenças” mais graves que acometem o ser humano.

Jaider é artivista indígena da etnia Makuxi (RR) com prêmios na literatura, nas artes visuais e no cinema. Desde 2010, encontra também na escrita caminhos para suas manifestações artísticas. Trabalhos individuais e coletivos, tanto no Brasil quanto no exterior, marcam a trajetória do artista que vive em Boa Vista (RR), capital onde criou e mantém a primeira galeria de arte exclusivamente para obras de arte indígena contemporânea.

Sobre o Cura 2020

A 5ª edição do Cura – Circuito de Arte Urbana acontece entre os dias 22 de setembro e 04 de outubro em Belo Horizonte. Desta vez, serão pintadas 04 empenas no hipercentro da cidade, que também receberá outras intervenções artísticas. Por conta da pandemia, o restante da programação acontece exclusivamente online.

A programação completa pode ser conferida no site.

 

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