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Kandinsky: Tudo Começa Num Ponto

Evento encerrado
  • Gratuito

Data

15/04/15 até 22/06/15

Seg, Qua, Qui, Sex, Sab, Dom | 09:00 - 21:00


Créditos da imagem: Museu Estatal Russo | © Kandinsky, Wassily, / AUTVIS, Brasil, 2014
Igreja Vermelha - 1901-1903. Óleo sobre compensado de madeira
Igreja Vermelha - 1901-1903. Óleo sobre compensado de madeira

O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) (Praça da Liberdade, 450 - Funcionários) expõe até o dia 22 de junho as obras de "Kandinsky: Tudo Começa Num Ponto", exposição já visitada por cerca de 600 mil pessoas em Brasília e no Rio de Janeiro. Na mostra, a trajetória do precursor do abstracionismo, Wassily Kandinsky em  153 obras e objetos de Kandinsky, seus contemporâneos e suas influências. 

Esse acervo diverso tem como base a coleção do Museu Estatal Russo de São Petersburgo, enriquecido com obras de mais sete museus da Rússia e coleções procedentes da Alemanha, Áustria, Inglaterra e França.

"Kandinsky: Tudo Começa Num Ponto"

A proposta curatorial, de Evgenia Petrova e Joseph Kiblitsky, organiza a exposição em cinco blocos, que vão ajudar os visitantes a conhecer não só as principais obras de Kandinsky, mas também suas influências e o relacionamento com outros artistas. Trata-se de um mergulho no mundo que cercou e influenciou o artista. 

Os blocos são: Kandinsky e as raízes de sua obra em relação à cultura popular e o folclore russo; Kandinsky e o universo espiritual do xamanismo no Norte da Rússia; Kandinsky na Alemanha e as experiências no grupo Der Blaue Reiter, vida em Murnau; Diálogo entre música e pintura: a amizade entre Kandinsky e Schonberg; Caminhos abertos pela abstração: Kandinsky e seus contemporâneos.

Kandinsky nasceu em Moscou, em 1866. Aos 20 anos entrou na universidade, para estudar Direito. Casou, formou-se e começou a lecionar, mas a experiência que teve, em 1895, ao visitar a exposição dos impressionistas franceses e assistir à ópera Lohengrin, de Richard Wagner, no Teatro Bolshoi, provocaria uma mudança radical na sua vida.

A maioria dos 159 óleos e 300 aquarelas pintadas entre 1926 e 1933 se perdeu depois dos nazistas terem declarado Kandinsky e outros artistas (como Marc Chagall), “degenerados”. 

Kandinsky mudou-se para a França, em Neuilly-sur-Seine, próximo a Paris, aos 67 anos com a esposa e viveu ali até sua morte, em 1944.

Visitação de quarta-feira a segunda, das 9h às 21h.

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